quarta-feira, 15 de setembro de 2010

tecnologicamente Teclando

Tecnologicamente Teclando

CHAT.....CHIP......
CLIENTE, que não é de carne e osso, e sim um computador conectado a uma rede. Sem esquecer o
cibernauta. _ Será que sou?
_É provável, estou na INTERNET. A nova mania, febre mundial.
Tem bate-papo que poderia ser bate-teclado, é mais conhecido como CHAT, que é o princípio de tudo. Daí vem a amizade, nasce o amor, vem o namoro, o pedido de casamento, a  lua de mel e o nascimento do filho, tudo através do CHAT. Alguns anos depois o divórcio, e, não poderia ser diferente - Via CHAT.
Isto é o preço que a tecnologia cobra.
Ninguém se toca - Abraçar nem pensar.
Ninguém sorri, ninguém beija - Beijar é tão GOSTOOOOOOSO.
Ninguém dialoga - O diálogo é a ferramenta principal para um bom convívio. - Que convívio?
Ninguém AMA DEVERAMENTE.
E para expressar as emoções existem os emotions:
_ sorriso; tristeza; ) muito feliz; :chorando;
:-* beijos - Meu Deus! Dá até calafrios. Simbologia pura ( o livro Código Davince perde feio para tantos símbolos).
É solidão( a bichinha é danada),
É Medo..........
É carência.
Mas, ainda vale apena o olho no olho, pele arrepiada, a nunce de um sorriso. É poesia.
- Confesso sou uma quase viciada a INTERNET.
Tenho até BLOG - Que chik. Chik lembra chat - Mesma família silábica (CH), dá até para trabalhar com a meninada.
Mania de ex-professorinha (Bons tempos - quase fiquei afônica).
_Que turminha! - Passado.
O presente é o CHAT, A INTERNET, WEB, CHIP, EMOTICONS, BANCOS DE DADOS, APLICATIVOS, CÓDIGOS, BLOG, PERIFÉRICOS, ROBÔ, ROBÓTICA, END......
UFA........
_Quem disse que é o FIM?
Autora: Socorro Vieira Lima

 

Tecnologia e Poesia

Poesia e Tecnologia
versão 1: 1994
Se dependesse do senso comum, poesia e tecnologia seriam palavras que jamais estariam próximas. A primeira, associada ao espaço da manipulação da linguagem, das formas de expressão do intelecto e dos afetos, estaria em contraposição à segunda, ligada à utilização de equipamentos e procedimentos produzidos a partir de referências científicas e de alto grau de acumulação de capital. Para muitos, a poesia deveria manter-se imaculada, confinada a um espaço de resistência face aos avanços tecnológicos. Entretanto, o que ocorre na prática é que a poesia não resiste a eles ou simplesmente os aceita. Ela os incorpora e gera novos sentidos.
Sempre houve interação entre a poesia e a tecnologia de um determinado tempo. Os poetas, quase sem exceção, produzem e reproduzem suas obras, valendo-se de opções que o desenvolvimento tecnológico lhes oferece. Aos que defendem o livro como a forma mais pura de veiculação literária, bastaria lembrar que a imprensa e as artes gráficas são tecnologias que surgiram e evoluíram recentemente. A máquina de escrever, por exemplo, causou polêmica no cenário da literatura; hoje, é considerada um instrumento natural para se escrever. A caneta, utilizada ainda pelos que resistem às máquinas, sofreu inúmeras modificações tecnológicas. A voz ou a declamação poética, que é talvez a manifestação primeira da literatura, também se aproximou da tecnologia pela apropriação de recursos a serviço das artes dramáticas, como microfones, amplificadores, equalizadores de som e equipamentos de iluminação.
Não quero buscar aqui o início ou o fim desses processos. O interessante seria saber o que acontece hoje no cenário da poesia. É praticamente impossível querer definir um papel para ela ou mantê-la isolada do rumo dos acontecimentos. Uma das características mais marcantes de sua manifestação é seu caráter lúdico e experimental. A poesia é uma atividade gratuita. O poeta é um indivíduo curioso, que busca no mundo sua matéria e lança mão nos espaços da imaginação de conceitos e signos, da visualidade e da sonoridade das palavras. Nesse vasto e diverso campo de atuação, ele tem se valido de instrumentos que a técnica introduziu recentemente.
Desses, talvez o que tem causado maior repercussão seja o computador. A partir da tradução de signos para a linguagem digital e de sua manipulação, surgem novas possibilidades de criação e veiculação de obras poéticas. Hoje, um texto pode ter uma versão impressa a laser ou off-set, em disco magnético ou fita cassete ou de vídeo. Numa recriação visual, o texto pode ser trabalhado em computação gráfica ou holografia. Ou, ainda, reinterpretado de diversas maneiras: musicado, transcodificado e sintetizado, distribuído pela linha telefônica, pelo fax, ou pela televisão.
Além de abrir novas perspectivas e remodelar formas antigas de veiculação e criação poética, a informática tem permitido a integração cada vez maior das artes. A transformação dos signos em códigos binários passíveis de serem processados e transladados, aproxima ainda mais a poesia de outras manifestações artísticas, como as artes plásticas, o teatro e a música. A poesia é um gênero literário que tem predisposição e possibilidades estruturais para se integrar de maneira adequada a outros contextos.
Os equipamentos e softwares que podem ser utilizados por poetas –computadores, equipamentos eletrônicos de áudio, vídeo e editoração – têm seus preços cada vez mais baixos e os procedimentos ligados à sua utilização têm se difundido e banalizado. Os custos de produção e veiculação de objetos culturais têm caído com a incorporação da tecnologia. Tudo isso contribui para acelerar o processo de apropriação e redirecionamento da tecnologia. Surge o desvio poético no panorama da sociedade, ou como já salientou Delfim Afonso Jr.:"aparecem os atalhos para o imaginário".
Álvaro Andrade Garcia

terça-feira, 7 de setembro de 2010

Educar é...

Resenha crítica

Caro(a) aluno(a),
Nesta etapa você  deverá fazer a leitura do poema de Carlos Drummond de Andrade "Eu, etiqueta" e compará-lo ao poema de Patativa de Assaré "O ABC do Nordeste flagelado"  e em seguida elaborar uma resenha critica sobre os mesmos.

domingo, 5 de setembro de 2010

"Um professor pode levá-lo até a porta, mas abri-la é com você"  (Provérbio Chinês)