domingo, 10 de outubro de 2010

AME E CUIDE DOS ANIMAIS - REFLITA COM AS FRASES ABAIXO

"Olhe no fundo dos olhos de um animal e, por um momento, troque de lugar com ele. A vida dele se tornará tão preciosa quanto a sua e você se tornará tão vulnerável quanto ele. Agora sorria, se você acredita que todos os animais merecem nosso respeito e nossa proteção, pois em determinado ponto eles são nós e nós somos eles."
(Philip Ochoa)
“Quando o homem aprender a respeitar até o menor ser da criação, seja animal ou vegetal, ninguém precisará ensiná-lo a amar seu semelhante.” (Alberto Schweitzer)

terça-feira, 5 de outubro de 2010

ILHA DAS FLORES

MÚSICA " FOME"

FOME
Artista: Nalata

Pare pra pensar nas coisas ao seu redor
Tantas pessoas passam fome e você só tem dó
Desigualdade social é a causa de todo esse mal
Essa fome que nos traz como conseqüência
Indignação e violência
Essa fome que nos traz como conseqüência
Indignação e violência

Fome!
tá aí na sua cara e você não quer ver
Que bom tenho dinheiro pra poder comprar
Algo que me alimente que não seja lixo
Pois quem já passou fome sabe o que que é isso

Pare pra pensar nas coisas ao seu redor
Tantas pessoas passam fome você só tem dó
Desigualdade social é a causa de todo esse mal
Fome de educação, de cultura e de lazer
Não adianta virar as costas o culpado é você
Que fica em casa vendo tanta omissão
Alisando seu umbigo se achando um bom cristão
tô falando pra você que não quer entender
Tudo isso é culpa sua então me diz por que
Você não faz nada pra mudar a situação
Atitude faz você rever sua opinião

Seu caráter seu comportamento!
Suas reações
Sua família
Suas relações
Quem é você meu irmão?
Quem é você meu irmão?!

Fome!
tá aí na sua cara e você não quer ver
Que bom tenho dinheiro pra poder comprar
Algo que me alimente que não seja lixo
Pois quem já passou fome sabe o que que é isso

Brigando por migalhas
Que alguém já jogou fora
É difícil imaginar
Que tem gente que colabora
E pra piorar essa situação
Eles usam e abusam da própria nação!
Eles usam e abusam da própria nação!
Eles usam e abusam da própria nação!

COMIDA JOGADA FORA

Comida jogada fora
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O país de 46 milhões de famintos perde cerca de 35% de todas as frutas e verduras que produz. Estudos da Embrapa mostram que o custo do alimento não aproveitado é alto
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Maria Clarice Dias, Correio Braziliense, 31 de agosto, 2003

Os índices de desperdício de alimentos no Brasil, um país com 46 milhões de famintos, batem recordes mundiais. Estudo realizado pela Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) no Centro de Agroindústria de Alimentos mostra que o brasileiro joga fora mais do que aquilo que come. Em hortaliças, por exemplo, o total anual de desperdício é de 37 quilos por habitante. Dados recentes do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) mostram que, nas dez maiores capitais do Brasil, o cidadão consome 35 quilos de alimentos ao ano — dois a menos do que o total que joga no lixo. ‘‘Num país com tantos famintos como é o Brasil, esse desperdício é inadmissível’’, avalia o químico industrial e responsável pela pesquisa, Antônio Gomes.
O trabalho de Gomes e outros estudos brasileiros evidenciam que a média de desperdício de alimentos no Brasil está entre 30% e 40%. Nos Estados Unidos, esse índice não chega a 10%. Não há estudos conclusivos que determinem o desperdício nas casas e nos restaurantes, mas estima-se que a perda no setor de refeições coletivas chegue a 15% e, nas nossas cozinhas, a 20%.
A perda de alimentos, na maioria das vezes, ocorre por despreparo das pessoas do ramo da agroindústria e dos consumidores. Na hora da colheita, a uva é arremessada lá do alto da parreira para o chão, sem amortecedor. No transporte, as bananas vêm amassadas pelas caixas de madeira empilhadas umas sobre as outras. Nos centros atacadistas, os abacaxis que vieram amontoados nos caminhões continuam amassados no balcões de venda.
Nos mercados, os consumidores (em especial as mulheres) amassam a cebola com as mãos, enfiam a unha no chuchu e quebram a ponta da vagem para checar se o produto tem qualidade. Se o alimento não agradar à exigente compradora, o destino da cebola, do chuchu ou da vagem é o lixo. Ninguém vai querer uma comida amassada ou quebrada.
Do total de desperdício no país, 10% ocorrem durante a colheita; 50% no manuseio e transporte dos alimentos; 30% nas centrais de abastecimento; e os últimos 10% ficam diluídos entre supermercados e consumidores.
Há cálculos que escancaram o prejuízo social do descuido com a comida. Em 2002, por exemplo, a safra de hortaliças foi de 15,743 milhões de toneladas, que valem em torno de US$ 2.564 milhões. Considerando a perda média de 35% desses alimentos, estima-se que mais de 5,5 milhões de toneladas deixaram de alimentar os brasileiros. Para a sociedade, um prejuízo de US$ 887 milhões. Esse desperdício ajudaria a matar a fome de 53 milhões de pessoas no Brasil.
Perda maior
Quem paga a conta do desperdício é o consumidor. Um grupo de pesquisadores da Embrapa Hortaliças, com sede no Distrito Federal, dedicou-se a colocar na ponta do lápis o valor do desperdício que é repassado do vendedor de varejo ao comprador final. Os técnicos fizeram visitas semanais a quatro supermercados da mesma rede varejista do DF durante o ano de 1999 e estudaram o repasse no preço final do tomate, do pimentão e da cenoura. Os resultados estão prontos para serem publicados na revista Ciência e Tecnologia, da Embrapa.
O caso do tomate é o mais grave. A perda média do fruto, conforme o levantamento da Embrapa Hortaliças, foi de 30%. Durante o ano da pesquisa, o fornecedor recebeu o tomate por R$ 0,94 o quilo; os consumidores pagaram R$ 1,50. O vendedor, além do lucro e dos custos de produção, cobrou cerca de R$ 0,28 por quilo ao comprador para compensar a perda

quarta-feira, 15 de setembro de 2010

tecnologicamente Teclando

Tecnologicamente Teclando

CHAT.....CHIP......
CLIENTE, que não é de carne e osso, e sim um computador conectado a uma rede. Sem esquecer o
cibernauta. _ Será que sou?
_É provável, estou na INTERNET. A nova mania, febre mundial.
Tem bate-papo que poderia ser bate-teclado, é mais conhecido como CHAT, que é o princípio de tudo. Daí vem a amizade, nasce o amor, vem o namoro, o pedido de casamento, a  lua de mel e o nascimento do filho, tudo através do CHAT. Alguns anos depois o divórcio, e, não poderia ser diferente - Via CHAT.
Isto é o preço que a tecnologia cobra.
Ninguém se toca - Abraçar nem pensar.
Ninguém sorri, ninguém beija - Beijar é tão GOSTOOOOOOSO.
Ninguém dialoga - O diálogo é a ferramenta principal para um bom convívio. - Que convívio?
Ninguém AMA DEVERAMENTE.
E para expressar as emoções existem os emotions:
_ sorriso; tristeza; ) muito feliz; :chorando;
:-* beijos - Meu Deus! Dá até calafrios. Simbologia pura ( o livro Código Davince perde feio para tantos símbolos).
É solidão( a bichinha é danada),
É Medo..........
É carência.
Mas, ainda vale apena o olho no olho, pele arrepiada, a nunce de um sorriso. É poesia.
- Confesso sou uma quase viciada a INTERNET.
Tenho até BLOG - Que chik. Chik lembra chat - Mesma família silábica (CH), dá até para trabalhar com a meninada.
Mania de ex-professorinha (Bons tempos - quase fiquei afônica).
_Que turminha! - Passado.
O presente é o CHAT, A INTERNET, WEB, CHIP, EMOTICONS, BANCOS DE DADOS, APLICATIVOS, CÓDIGOS, BLOG, PERIFÉRICOS, ROBÔ, ROBÓTICA, END......
UFA........
_Quem disse que é o FIM?
Autora: Socorro Vieira Lima

 

Tecnologia e Poesia

Poesia e Tecnologia
versão 1: 1994
Se dependesse do senso comum, poesia e tecnologia seriam palavras que jamais estariam próximas. A primeira, associada ao espaço da manipulação da linguagem, das formas de expressão do intelecto e dos afetos, estaria em contraposição à segunda, ligada à utilização de equipamentos e procedimentos produzidos a partir de referências científicas e de alto grau de acumulação de capital. Para muitos, a poesia deveria manter-se imaculada, confinada a um espaço de resistência face aos avanços tecnológicos. Entretanto, o que ocorre na prática é que a poesia não resiste a eles ou simplesmente os aceita. Ela os incorpora e gera novos sentidos.
Sempre houve interação entre a poesia e a tecnologia de um determinado tempo. Os poetas, quase sem exceção, produzem e reproduzem suas obras, valendo-se de opções que o desenvolvimento tecnológico lhes oferece. Aos que defendem o livro como a forma mais pura de veiculação literária, bastaria lembrar que a imprensa e as artes gráficas são tecnologias que surgiram e evoluíram recentemente. A máquina de escrever, por exemplo, causou polêmica no cenário da literatura; hoje, é considerada um instrumento natural para se escrever. A caneta, utilizada ainda pelos que resistem às máquinas, sofreu inúmeras modificações tecnológicas. A voz ou a declamação poética, que é talvez a manifestação primeira da literatura, também se aproximou da tecnologia pela apropriação de recursos a serviço das artes dramáticas, como microfones, amplificadores, equalizadores de som e equipamentos de iluminação.
Não quero buscar aqui o início ou o fim desses processos. O interessante seria saber o que acontece hoje no cenário da poesia. É praticamente impossível querer definir um papel para ela ou mantê-la isolada do rumo dos acontecimentos. Uma das características mais marcantes de sua manifestação é seu caráter lúdico e experimental. A poesia é uma atividade gratuita. O poeta é um indivíduo curioso, que busca no mundo sua matéria e lança mão nos espaços da imaginação de conceitos e signos, da visualidade e da sonoridade das palavras. Nesse vasto e diverso campo de atuação, ele tem se valido de instrumentos que a técnica introduziu recentemente.
Desses, talvez o que tem causado maior repercussão seja o computador. A partir da tradução de signos para a linguagem digital e de sua manipulação, surgem novas possibilidades de criação e veiculação de obras poéticas. Hoje, um texto pode ter uma versão impressa a laser ou off-set, em disco magnético ou fita cassete ou de vídeo. Numa recriação visual, o texto pode ser trabalhado em computação gráfica ou holografia. Ou, ainda, reinterpretado de diversas maneiras: musicado, transcodificado e sintetizado, distribuído pela linha telefônica, pelo fax, ou pela televisão.
Além de abrir novas perspectivas e remodelar formas antigas de veiculação e criação poética, a informática tem permitido a integração cada vez maior das artes. A transformação dos signos em códigos binários passíveis de serem processados e transladados, aproxima ainda mais a poesia de outras manifestações artísticas, como as artes plásticas, o teatro e a música. A poesia é um gênero literário que tem predisposição e possibilidades estruturais para se integrar de maneira adequada a outros contextos.
Os equipamentos e softwares que podem ser utilizados por poetas –computadores, equipamentos eletrônicos de áudio, vídeo e editoração – têm seus preços cada vez mais baixos e os procedimentos ligados à sua utilização têm se difundido e banalizado. Os custos de produção e veiculação de objetos culturais têm caído com a incorporação da tecnologia. Tudo isso contribui para acelerar o processo de apropriação e redirecionamento da tecnologia. Surge o desvio poético no panorama da sociedade, ou como já salientou Delfim Afonso Jr.:"aparecem os atalhos para o imaginário".
Álvaro Andrade Garcia

terça-feira, 7 de setembro de 2010

Educar é...

Resenha crítica

Caro(a) aluno(a),
Nesta etapa você  deverá fazer a leitura do poema de Carlos Drummond de Andrade "Eu, etiqueta" e compará-lo ao poema de Patativa de Assaré "O ABC do Nordeste flagelado"  e em seguida elaborar uma resenha critica sobre os mesmos.

domingo, 5 de setembro de 2010

"Um professor pode levá-lo até a porta, mas abri-la é com você"  (Provérbio Chinês)